OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO
Preâmbulo (cont.)
(Falávamos do Deus cientificamente definido como O TODO INFINITO E ETERNO ONDE TUDO SE INTEGRA, ESPAÇO E TEMPO, MATÉRIA E ENERGIA.)
Esse Deus será celebrado em ritos e cerimónias, evocando as Suas manifestações,
dentro ou fora dos recintos que os humanos já construíram para adorarem os
deuses por eles criados e inventados, recintos muitos deles lindérrimos e
plenos de artes, desde a arquitectura, à escultura, à pintura. Magníficos!
Seria uma pena não servirem de glória e louvor ao DEUS VERDADEIRO presente nos
Homens que os criaram, embora levados por ideias nada ortodoxamente científicas.
Mas, gloriosas, mesmo assim!
E haverá muitas festas, festas da
Primavera, do Verão, do Outono, do Inverno.
E haverá a grande festa do Natal, o Natal
de todos os seres vivos, com toda a magia de cânticos e presentes que doiraram
os nossos sonhos de criança. A GRANDE FESTA DO RENOVAR-SE DA VIDA, em cada nova
vida que nasce!
E haverá orações, novas orações,
obviamente. É que rezar faz bem ao corpo e à alma: ao corpo porque se criam
momentos de relax, à alma porque é elevada à espiritualidade, seja lá isso o
que for…
E haverá um Credo, um Credo humanista, está claro!
E haverá vinte belíssimos Mandamentos que se encerram num só: AMAR-TE-ÁS A TI E AO TEU PRÓXIMO COMO A TI
MESMO.
Concluiremos que somos
filhos da Terra e do Universo, forçosamente integrados num panteísmo universal
em que todos somos pequenas partículas de Deus, porque DEUS É TUDO E TUDO É DEUS.
(Fim do Preâmbulo à explanação e apresentação da Nova Religião)