quinta-feira, 7 de maio de 2026

Uma nova Religião baseada na Ciência e no Conhecimento - 16/?

 OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO

UM MANIFESTO

    Subindo ao cume da montanha ou descendo ao fundo do vale, deixando-nos ouvir o silêncio que ainda por lá exista, olhando em redor ou o penedo que nos aparece defronte ou os horizontes a perderem-se na ténue linha do encontro com o céu, sentir-nos-emos mais próximos do Deus verdadeiro, senti-lo-emos presente em nós, nas coisas, nos silêncios que sobem da Terra e descem do céu. E sentir-nos-emos mais em comunhão com o Universo de que somos filhos, partículas, elementos, a Verdade absoluta que apregoamos.

     Bem bradam eles, os mentores das religiões, levantando, orgulhosos, os Livros Sagrados a que atribuíram inspiração divina para os tornarem credíveis, jurando sobre eles fidelidade para a vida: Judeus, Hindus, Cristãos, Muçulmanos… Mas, na verdade, não houve inspiração divina nenhuma: apenas fantasia de humanos inspirados no que os seus olhos viam, os seus ouvidos ouviam, as suas mentes não entendiam…, criando deuses, prostrando-se diante deles, adorando-os! E, não entendendo, criaram a Fé, negando à razão o direito de duvidar, de questionar, de ter novas ideias. A Fé, mesmo a que “move montanhas”, é sinónimo de obscurantismo, de ignorância, de preguiça mental, de satisfação de um certo gostar nonsense que o Homem sente em não questionar para não ter que enfrentar a Realidade. Se tal não acontece na vida de todos os dias, acontece de forma categórica na Religião, tudo o Homem aceitando por comodismo ou por inércia, dizendo-se crente. E disso se aproveitam os criadores ou seguidores das religiões, bradando continuamente do alto das suas convicções, para não se perderem e, sobretudo, não perderem “clientes” a quem chamam de fiéis: “Proibido questionar! A Fé não se discute! Quem a discute perde-a!” Ah, como nos quiseram, como nos querem fazer mentecaptos, santo Deus! E aqui, sim, aqui evocaremos o Deus Verdadeiro para barafustar com todas as forças da alma contra a falsidade que continua a subjugar milhões e milhões, contra os falsos papas de todas as crenças em todos os tempos, em todos os lugares, defendendo os seus “impérios” com evidentes interesses de poder, de vaidade, de dinheiro, de barriga cheia, alienando as consciências com falinhas mansas ou inflamados sermões, pondo as mãos em oração, elevando beatamente os braços para o céu ou curvando-se até ao chão em atitude submissa perante o inexistente Todo-Poderoso…

    Esta é a realidade de hoje que o será não sabemos até quando. Quanto a nós, nós apenas queremos ser a grande pedrada neste charco de fantasmagorias que enlameia a dignidade do Homem como ser possuidor de uma razão que não pode, não deve, jamais deverá deixar-se alienar! Mesmo que tal querer nos custe a perdição no Inferno! Mesmo que sejamos excomungados, perseguidos, ameaçados de morte por aqueles que, instalados nos seus pedestais, não os querem perder: os ditos seguidores de Cristo com as suas perversas inquisições, os fanáticos seguidores de Maomé, com as suas abjectas sharias! Mesmo que, por defender tal verdade afinal a única Verdade! nos levem a própria vida!…

    Assim, toda a humanidade, todos os Homens, sorriso nos lábios, despertarão para novas realidades em que até então nunca terão atentado, nem tão pouco delas se terão apercebido.


domingo, 3 de maio de 2026

O Pai de Jesus Cristo, um pai assassino do próprio filho?

 Uma pergunta herege mas óbvia!

Quando se vai à missa e se ouve o Credo que os crentes recitam, esta pergunta fica a azucrinar-nos a cabeça. É que vem-nos à memória aquelas angustiantes palavras de Jesus no Jardim das Oliveiras, repetidas três vezes, suando ele sangue, antevendo o que lhe iria acontecer: "Pai, afasta de mim este cálice, mas faça-se a tua vontade e não a minha!"

E o que é que aconteceu? Que resposta deu o Pai? - Silêncio! Permitiu - QUIS! - que o seu amado filho fosse torturado física e psicologicamente, obrigando-o a suportar uma coroa de espinhos, a ser condenado à morte e morte de cruz, a ter de carregar a própria cruz em que ia ser crucificado, subindo o monte, caindo três vezes.

É isto que os evangelhos narram. Não estamos a inventar nada!

Ora, sendo Deus o Pai de Jesus, tendo fecundado Maria Virgem através do seu Espírito Santo, para que dela nascesse o Salvador, obviamente que deveria ter salvado o filho daquela trágica situação, acusado e condenado injustamente só por motivos político-religiosos.

Estes não são argumentos suficientes para justificar aquela pergunta inicial? Não tinha Deus, na sua sabedoria infinita, melhor ideia do que esta estranha, bizarra, dramática, injusta, desumana, pela qual optou?

Parece-nos que os crentes e os seus mentores padres, bispos e papas deveriam pensar nisto e enveredar pelo caminho da honestidade intelectual que é própria e exclusiva do Homem...

E terem a coragem de retirar as óbvias conclusões, embora todos saibamos que a Fé não se discute. Quem a discutir, perde-a!

Agora, se nos perguntarem o que temos para oferecer em alternativa á Fé, a nossa resposta é... NADA! Apenas racionalismo puro e duro: Somos 

FILHOS DA TERRA E DO UNIVERSO, FEITOS DA MATÉRIA ESTELAR, VINDOS DO NADA E INDO PARA O NADA, INTEGRADOS QUE ESTAMOS NA SAGA DA VIDA QUE É ESCRAVA DO TEMPO, NADA DE ETERNIDADE HAVENDO PARA QUALQUER SER VIVO SIMPLESMENTE PORQUE PERTENCE AO TEMPO!


sexta-feira, 1 de maio de 2026

Uma nova Religião baseada na Ciência e no Conhecimento - 15/?

 OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO

 

A PERGUNTA TRÁGICO-CÓMICA

(sem resposta)

    E esta pergunta, já atrás sugerida, é feita a todas as religiões existentes: “Se, depois desta vida, há uma vida eterna num PARAÍSO DE TODAS AS DELÍCIAS, porquê, após o nascimento, ou após atingir o uso da razão, ou após deixar descendência, a pessoa pura e simplesmente não se suicida para mais rapidamente ir para esse PARAÍSO, já que esta vida nem sempre é um mar de rosas, havendo mesmo quem lhe chame um Vale de lágrimas?”

    Para serem coerentes com as suas crenças, os crentes não deveriam optar por esta solução de vida?

    É a luta entre a Razão e a Emoção a acentuar-se e a acentuar a incoerência que também é própria do Homem, no seu viver quotidiano e nas diversas etapas em que se vê envolvido, durante a vida. Esteja ele no bem-bom e quer lá saber de um Paraíso anunciado mas nunca provado como existente ou de uma vida eterna que se quer bem longe, longe, longe, dizendo-se para consigo e seus botões: “Vivamos e usufruamos deste bem-bom que a eternidade pode bem esperar!” Ou como os romanos: “Carpe diem, vita brevis!” (Goza a vida que a vida é breve!) Isto, sobretudo na força da vida, juventude e idade adulta madura, embora mudando de atitude conforme os anos se forem acumulando, o corpo perdendo energia, o fim anunciado pelo Tempo se aproximando. Aí, outro galo começa a cantar, não é?! Ah, o ser humano como é cheio de contradições, santo DEUS!


quinta-feira, 23 de abril de 2026

Uma nova Religião baseada na Ciência e no Conhecimento - 14/?

 OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO

COMENTÁRIO

    Realmente, vemo-nos obrigados a perguntar: “Onde estão as emoções desta Religião, se o Homem não é só Razão mas também Emoção e Sentimentos?”

    A questão coloca-se pertinentemente e com acuidade aquando de momentos de extrema gravidade emocional: perca de entes queridos em situações trágicas, doenças violentas, dramas que apontam a morte como solução, a própria morte, sobretudo inesperada ou extemporânea.

    É que as Religiões actuais, por muito falsas que sejam, têm “soluções”, têm palavras de conforto, ideias de esperança numa outra vida melhor… E, nestas situações, embora incongruentemente, as pessoas querem lá saber que tal não corresponda à verdade existencial! A Religião ora proposta fica-se pelo vazio de nada ter para colmatar o vazio emocional da perca de um ente querido, de uma tragédia nunca anunciada – e mesmo que o fosse! – de uma qualquer desgraça que deixa o indivíduo desesperado e inconsolável. Então?!

    Então, em total desespero, a pessoa agarra-se à única tábua de consolação que se lhe oferece: confiar que todo o seu sofrimento será largamente compensado num Céu, num Paraíso de todas as delícias onde não haverá mais sofrimento, mas apenas felicidade, bem-estar e alegria. E… por toda a eternidade! E a paz perdida desce, de algum modo, à alma sofredora, pois, em boa verdade, o ser humano não veio à vida para sofrer…  Fantástico, não é?! Realmente…, o que faremos deste nosso desejo de eternidade, desta nossa sede de infinito?

    A resposta é terrivelmente difícil! Aliás, foi neste “terrível” que as religiões existentes se basearam para criar, inventar, fantasiar os seus Céus, os seus Infernos, as suas eternidades. Mas nada correspondendo a qualquer realidade comprovada. Pelo contrário: como não há hipótese de entender as suas invenções, sempre se refugiaram no MISTÉRIO. O “milagre” é que conseguem convencer milhares de milhões desses Céus, desses Infernos, dessas eternidades. Até quando?!

    E, face à realidade que somos – seres que aparecem no Tempo sem qualquer motivo e desaparecem no Tempo – somos forçosamente levados a sentir-nos frustrados, a pensar que talvez melhor teria sido nem sequer ter vindo à Vida. Pois, para quê, se isto se acaba ali sem qualquer outra hipótese, outra chance, outra oportunidade, outro desfecho? Não fora o instinto vital e de sobrevivência que nos acompanha nesta nossa vinda ao mundo dos vivos, e seríamos facilmente levados a cometer suicídio por dá cá aquela palha…

    Ora, virando tudo ao contrário, olhando o outro lado da VIDA, temos de deixar-nos levar pelo pensamento de que ter vindo à vida foi o melhor que nos poderia ter acontecido. Fisicamente, quando fomos concebidos pelos nossos pais, milhões de outros ficaram na hipótese de ser: foi o “nosso” espermatozoide que ganhou a corrida para fecundar o óvulo do qual nascemos; fora outro e quem estaria aqui a pensar, a amar, a sorrir (embora também a sofrer e a ter estes pensamentos de frustração…) seria um outro a quem nem sequer poderíamos chamar de irmão…

     Então, VIVA A VIDA! E bendita seja a hora em que fomos concebidos para dela podermos fazer parte. Resta-nos, agora, aceitar as regras do jogo que regem a Natureza dos vivos. E aceitá-las com sorrisos, risos e gargalhadas, rindo da dor, da doença, da catástrofe, da morte certa quando o nosso tempo se acabar, aproveitando ao máximo todas as jogadas que procuraremos sejam ganhadoras. Fazer da vida um jogo sempre a ganhar será o maior desafio em que fomos convidados a participar. Com regras, claro!

    Essa coisa da morte, olha, que venha quando vier! Que venha tarde e sem dor! E que nos encontre, sorrindo, embora já quase sem energia para o sorriso que o corpo a perdeu na voragem do malvado/bendito TEMPO! Mas ainda tenhamos mão para dizer ADEUS ao que fica – vivos e não vivos, céus e Terra, estrelas e Universo – um ADEUS de partida para um eterno NADA!

E, ainda sorrindo, consolando-nos, pela última vez: "EU VALI A PENA!"


quinta-feira, 16 de abril de 2026

Uma nova Religião baseada na Ciência e no Conhecimento - 13/?

 OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO

A “sua” Religião, é uma religião fria, sem emoções, sem alma, com um DEUS que afinal não é DEUS porque não tem rosto!

Nem lenitivo para a dor física ou moral, nem alívio para o desespero, nem esperança para a morte. Então, para quê a quero?»

 

RESPOSTA INEVITÁVEL:

«Ah, como eu o compreendo! É que sentimos como desumano que tenhamos tido a sorte de nascer seres inteligentes – coisa que não aconteceu com mais nenhum ser vivo conhecido e que só começou com alguns primatas há uns 3 a 4 milhões de anos, tendo o nosso cérebro evoluído desde então, ignorando nós como evoluirá e como será daqui a muitos milhões de anos! – e, agora, tenhamos de constatar que não temos qualquer futuro. Isto, apesar de termos consciência de nós próprios e da nossa inexorável finitude. ZERO! Caminhamos, desde que nascemos, para um grande, enorme, eterno NADA! Assim como aparecemos, assim desapareceremos…  Sem deixar qualquer rasto. Como se nunca tivéssemos existido! É realmente desesperante!

    Mas… como esta é a VERDADE inquestionável, resta-nos escolher entre ser crente numa vida eterna inexistente apregoada pelos inventores das religiões, ou abraçarmos esta Religião baseada na Ciência e no Conhecimento e USUFRUIR O MELHOR POSSÍVEL desta vida – a ÚNICA CERTA! – a que tivemos o privilégio e a sorte de aceder, sem nada termos feito para isso. E…, no final, ainda sermos capazes de SORRIR À MORTE E AO DESAPARECIMENTO ETERNO!

    E olhe, meu caro crente, perante o inexorável, doa-me embora na alma o não poder prolongar-me pela eternidade, eu prefiro este último sorriso!»

Aliás, não temos alternativa... Somos filhos da Terra e do Universo, feitos de matéria estelar, fazendo parte desta engrenagem que a VIDA engendrou para os seres vivos: NASCER, CRESCER, MULTIPLICAR-SE E... MORRER, desaparecendo para sempre, como se nunca tivessem existido. Esta A VERDADE INQUESTIONÁVEL! Então?!


sábado, 11 de abril de 2026

Uma nova Religião baseada na Ciência e no Conhecimento - 12/?

 

OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO

PARA ALÉM DO FIM DA BÍBLIA

A PERGUNTA INQUIETANTE

    Bonita, esta Religião! Muito racional, muito convincente! Mas… o filósofo e matemático francês Blaise Pascal lembra-nos que “O coração tem razões que a própria razão desconhece.”. Por isso, é expectável que um ex-crente cristão, desesperado, nos intime de tal modo:

«Caro senhor,
Graças aos seus “sábios” raciocínios, fez-me perder toda a minha Fé!
Agora, já não acredito no que me ensinaram em criança, no catecismo: o simpático e comovente Menino Jesus a nascer numa gruta tão pobrezinho, a sua simpática Mãe, a Virgem Maria, os meus anjinhos de devoção, os meus santinhos a quem confiava todas as minhas amarguras, desgostos, sofrimentos…
Já não acredito num Redentor, aquele que foi Menino Jesus, Filho de Deus que encarnou no seio de Maria Virgem por obra e graça do Divino Espírito Santo e que morreu na cruz para nos redimir dos nossos pecados e oferecer-nos a salvação no Céu, junto do Pai, se fôssemos bons e justos nesta vida, após a purificação do pecado original, pecado cometido pelos primeiros pais da humanidade, Adão e Eva, no santo Baptismo.
Já não acredito nos milagres desse Jesus durante a sua pregação, nem nos estrondosos milagres que foram a sua ressurreição ao terceiro dia, os seus aparecimentos como ressuscitado a Maria Madalena e aos apóstolos, a sua majestática subida aos Céus de onde um dia havia de vir a julgar os vivos e os mortos, no fim do mundo.
Já não acredito nesse Juízo Final em que os bons iriam para a direita de Deus – o Céu – e os maus para a sua esquerda – o Inferno!
Já não acredito nem em anjos nem em demónios.

Já não acredito na vida eterna, no Céu, junto de Deus, junto dos seus anjos e seus santos, na corte celestial.
Enfim, já não acredito em nada do que o Credo Católico me diz para acreditar!
Então, que me resta para dar sentido a esta vida que me ensinaram ser uma passagem para a outra, a vida eterna, num Céu junto de Deus, numa felicidade perene, sempre sorridente, sempre jovial, sempre gozoso? Que me valem os sacrifícios, o ser bom para com os outros, o aceitar sem me revoltar o sofrimento e a morte? Enfim, que me vale viver, se esta vida é tão efémera que mal se começa logo ali se acaba, como acabam todas as vidas de qualquer ser vivo, vindo da Natureza e nela se reintegrando para sempre, num total esquecimento do que um dia foi?
Tanta pergunta sem resposta deixa-me desesperado, completamente desesperado por não encontrar sentido para a vida. E FOI VOCÊ QUE MO ROUBOU!
Por isso, carradas de razão que tenha nos seus raciocínios racionalistas, não lhe agradeço, mas condeno-o com toda a veemência! É que não tenho salvação possível em qualquer horizonte que vislumbre!

E deixe-me que lhe diga com sinceridade:

A “sua” Religião, é uma religião fria, sem emoções, sem alma, com um DEUS que afinal não é DEUS porque não tem rosto!

Nem lenitivo para a dor física ou moral, nem alívio para o desespero, nem esperança para a morte. Então, para quê a quero?»

(Resposta no próximo texto)

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Uma nova Religião baseada na Ciência e no Conhecimento - 11/?

 OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO

Preâmbulo (cont.)

(Falávamos do Deus  cientificamente definido como O TODO INFINITO E ETERNO ONDE TUDO SE INTEGRA, ESPAÇO E TEMPO, MATÉRIA E ENERGIA.)

Esse Deus será celebrado em ritos e cerimónias, evocando as Suas manifestações, dentro ou fora dos recintos que os humanos já construíram para adorarem os deuses por eles criados e inventados, recintos muitos deles lindérrimos e plenos de artes, desde a arquitectura, à escultura, à pintura. Magníficos! Seria uma pena não servirem de glória e louvor ao DEUS VERDADEIRO presente nos Homens que os criaram, embora levados por ideias nada ortodoxamente científicas. Mas, gloriosas, mesmo assim!

    E haverá muitas festas, festas da Primavera, do Verão, do Outono, do Inverno.

    E haverá a grande festa do Natal, o Natal de todos os seres vivos, com toda a magia de cânticos e presentes que doiraram os nossos sonhos de criança. A GRANDE FESTA DO RENOVAR-SE DA VIDA, em cada nova vida que nasce!

    E haverá orações, novas orações, obviamente. É que rezar faz bem ao corpo e à alma: ao corpo porque se criam momentos de relax, à alma porque é elevada à espiritualidade, seja lá isso o que for

    E haverá um Credo, um Credo humanista, está claro!

    E haverá vinte belíssimos Mandamentos que se encerram num só: AMAR-TE-ÁS A TI E AO TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO.

    Concluiremos que somos filhos da Terra e do Universo, forçosamente integrados num panteísmo universal em que todos somos pequenas partículas de Deus, porque DEUS É TUDO E TUDO É DEUS.

(Fim do Preâmbulo à explanação e apresentação da Nova Religião)