segunda-feira, 13 de julho de 2026

As duas religiões que estiveram na origem da Civilização Ocidental

 

O Cristianismo

    Fazendo-se concorrência em número de fiéis (os outros são e sempre foram, para uns e para outros, “os infiéis”!), cristãos e muçulmanos rondam, no total, os 3 a 4 mil milhões. Mais de metade da humanidade!
    O Cristianismo já conheceu, na sua curta história de c. de 2 000 anos, cismas e guerras, séculos de negritude e de vilanias, lutas intestinas pelo poder temporal e religioso. Recordemos apenas – apenas?! – o cisma do Oriente que separou Ortodoxos e Católicos, o cisma protestante que criou novas igrejas e inúmeras seitas, o cisma de Avinhão que propiciou a existência de vários papas ao mesmo tempo, os cerca de dois séculos de papas corruptos e escandalosos, as Cruzadas contra os infiéis muçulmanos, enfim, a “Santa” Inquisição que perdurou até meados do séc. XIX.
    De qualquer modo, pouco desta agressividade continua nos dias de hoje. E, nas igrejas cristãs, o humanismo parece ser a palavra de ordem, embora continuem a apregoar inverdades, alienando o espírito dos que, por enquanto, se vão dizendo crentes, com o ensino de um catecismo absolutamente retrógrado, embora compreendamos que não poderia ser muito diferente já que se baseia nos pressupostos de uma Igreja dizendo-se detentora da Verdade, facto que tentaremos provar ser totalmente falso ou, se quiserem, totalmente falacioso!
   Uma grande virtude: As igrejas cristãs já não perseguem os denunciadores das inverdades que apregoam. De outro modo, nós não poderíamos exprimir-nos, por aqui, tão livremente!...

 

O judaísmo

    Das três religiões monoteístas, são os Judeus que têm a mais longa história: c. de 3 000 anos! E é uma história bem heterogénea!

Os Judeus não são só os “pais” do Judaísmo, mas também do Cristianismo e do Islão; como são um povo que lutou, em tempos de Moisés, Josué, David e Salomão, para se apoderarem das ricas terras do Vale do Jordão, a Palestina, ao tempo habitada por filisteus e cananeus, fundando ali Israel; povo ainda que inventou o Deus Javé e criou a Bíblia; e povo donde surgiu um Moisés, um Jesus Cristo, um Einstein, um Karl Marx e tantas outras celebridades, galardoadas com prémios Nobel; povo que actualmente domina o mundo na finança, nos petróleos, nos diamantes e que inventou a usura que faz as “delícias” do sistema financeiro actual...; povo que sempre quis singrar no mundo mas sempre se viu empurrado para guetos nos países onde criava raízes; o único povo da História a sofrer um holocausto em tão vasta escala, numa de sofrimento atroz. 

Mas um povo com uma religião que não quis impor à humanidade e que vive voltada sobre si mesma, agarrada à sua “Terra Prometida” e ao seu sagrado “Muro das Lamentações”... 

Hoje, incompreensivelmente, pois a fertilidade da mulher sempre foi – ou era? – sentida como uma bênção de Javé, os Judeus não serão mais de 20 milhões e continuam a sua história de guerras pela posse daquela “Terra Prometida” que a todo o momento parece querer fugir-lhes das mãos, apesar de lhes ter sido prometida por Javé há mais de 3 mil anos... E tudo, após uma atribulada e unilateral declaração de independência em 1947.

quinta-feira, 9 de julho de 2026

As crenças e os mitos que ainda subjugam a inteligência do Homem - 1/1

 AS MESMAS IDEIAS COM OU NÃO ROUPAGEM NOVA


Vamos repetir, com referência à data, o que já publicámos aqui neste blog, acerca de mitos e crenças e a sua óbvia falsidade ou total non-sense, fundamentalmente a Análise crítica da Bíblia. Hoje apresenta-se o texto de sexta-feira, 8 de outubro, de 2010.

O Deus credível

O Deus credível para a razão humana só pode ser o preconizado pela Ciência, ou seja, o que nos é apontado pelas estrelas e a infinitude do firmamento ou do Universo! E isto, por oposição aos “deuses” que as religiões actuais nos apresentam. Aceitar, por exemplo, um Deus como o dos cristãos que não encontrou melhor solução para salvar a humanidade do que apresentar-se na forma de um filho que encarnou numa virgem e, depois, sujeitar esse filho à morte ignominiosa de uma cruz, é a mais dramática mistificação que algum cérebro humano seria capaz de congeminar! Mas ela aí está a “convencer” mais de mil milhões!
No entanto, ninguém tenha dúvidas: um Deus inteligente e omnisciente, conhecendo o futuro, ou ter-se-ia manifestado ao Homem aquando do seu aparecimento na Terra – c. de 4 milhões de anos para o hominídeo, c. de 40 000 anos para o sapiens sapiens – em ordem a salvar todos os humanos, desde o seu início, ou tê-lo-ia feito neste século das comunicações rápidas, atingindo assim, num só dia, toda a população da Terra, não necessitando dos imbróglios em que a fantasia de uns quantos iluminados o meteram, fazendo-o manifestar-se há 2 000 anos... E, infelizmente, continuam a meter!
Será caso para dizer: “Pobre Deus!” Ou que o Deus das religiões se revela como um absurdo, um total Não-Deus! Absolutamente!
(A proposta de uma nova religião, a religião do futuro, baseada na Ciência e no Conhecimento, com este Deus credível, foi apresentada no livro, “Um Mundo Liderado por Mulheres”, Esfera do Caos Editores, disponível na Net.)

quarta-feira, 17 de junho de 2026

O valor da Vida

 Alguém pode dispor da vida seja de quem for, 

seja a que pretexto for?

A resposta é um grande, um enorme NÃO!

Cada indivíduo nasce para fazer um ciclo: NASCER, VIVER E MORRER. Mas o próprio indivíduo, pela sua parte má (egoísmo, inveja, ambição desmedida, ganância,...) que o constitui e que muitas vezes se torna relevante no seu comportamento, leva-o a intentar contra a vida do seu próximo. E, se isto é certo individualmente, também o é, em termos de sociedades ou de países: um país querer aniquilar o outro para lhe usurpar bens e vida. Para tanto, são precisas guerras. Então, matam-se mutuamente até um sair vencedor, depois de muitas vidas perdidas de ambos os lados. Aliás, esta é a História da Humanidade, desde que há História!

Deste modo, é totalmente descabido, por desumano e por ser um atentado contra a vida, o slogan dito patriótico: "Pela Pátria, lutar até morrer!"

Nós, por aqui, bem quiséramos, após a análise crítica da Bíblia que levámos a cabo em cerca de 400 textos, encetar uma análise crítica do Corão muçulmano, para dele tirarmos alguma verdade que por lá houvesse. Mas não o vamos fazer. Exactamente porque, se o fizéssemos, seríamos ameaçados de morte pelos que não concordassem com uma argumentação racional e lógica mas que iria certamente contra as crenças que os gurus e imans muçulmanos pregam nas suas mesquitas e incutem nas mentes dos meninos, nas suas escolas, tal como nos fizeram em crianças, a nós cristãos, nas aulas de catequese.

Como prezamos a vida como bem supremo, não nos vamos sujeitar a tal ameaça! E isto não é cobardia, é sensatez da mais elementar! Pois, que pode fazer um morto se, ao primeiro argumento, leva um tiro?!...

Por isso, e como já lá vão uns 15 anos que por aqui andamos lutando por uma Nova Religião, apresentada em concreto nos últimos 20 textos, pensamos voltar ao início da Bíblia e olhar para o que poderá haver de verdade naquele Adão e Eva que Deus criou e pôs no Paraíso, para, depois, por causa de uma maçã - que ridículo, Santo Deus de todos os deuses! - os expulsar, obrigando ele a comer o pão com o suor do seu rosto e ela a gerar na dor e na agonia, nem sequer fazendo referência a que "Quem faz um filho, fá-lo por gosto!", embora tal slogan nem sempre se aplique no mundo perverso em que vivemos. Quantas mulheres não são obrigadas a engravidar por homens bêbados, machistas ou simplesmente maus?

E será já no próximo texto. Preparem-se para voltar às origens, certamente com novas roupagens, novas abordagens, embora convictos de que vamos continuar a pregar no deserto. Se vivêssemos daqui a cem ou mil anos, teríamos certamente mais sucesso, pois o mundo das falsas crenças será, de certeza, completamente diferente. 

Oxalá!

sábado, 6 de junho de 2026

Uma nova Religião baseada na Ciência e no Conhecimento - 20/20

 OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO

NOTAS:

(1)  – Pode ler-se uma análise crítica do Credo católico, nos 6 textos publicados de 12/3 a 9/4, de 2012, neste blog, intitulados "O inacreditável Credo Católico".

(2)  – Quanto à questão do ESPAÇO ser ou não infinito e se este Universo é único, nele, obviamente não sabemos e duvidamos que algum dia, o Homem venha a ter tal conhecimento, dado o seu status de não mais que um pequeno pedaço de matéria orgânica em movimento, um organismo composto de múltiplos e complexos organismos, funcionando numa harmonia perfeita, com algum grau de inteligência, embora limitadíssimo.

Por enquanto, sabemos que este Universo existe e, embora esteja a ser posta em causa a teoria, procurando-se explicações para o que havia antes, pensa-se que terá tido origem no Big Bang, a partir de um núcleo de matéria extremamente compacta, de dimensões completamente desconhecidas, embora supostamente colossais, e de tal modo cheio de energia que explodiu. Dessa explosão resultou tudo o que sabemos compor o Universo, indo do micro ou subatómico ao macro: astros de muitas espécies e com muitas massas de diferentes tipos, pesos e medidas (galáxias, estrelas, planetas, cometas…) nebulosas, constelações, etc. – matéria e energia visíveis, representando apenas 5% da massa total desse Universo, sendo a outra parte – 95% – de matéria invisível (25%) e de energia invisível (70%) por serem “negras”, onde se inserem os misteriosos buracos negros. Sabemos também que, embora “velho” de cerca de 14 mil milhões de anos, continua em expansão devido a esse formidável impulso inicial, pressupondo-se que, após muitos milhares de milhões de anos, haja um retrocesso, regredindo até ao BIG CRUNCH. E, já que tudo o que existe, desde o átomo ao próprio Universo está em contínua mutação, em permanente movimento, muito provavelmente haverá um eterno retorno do mesmo ao mesmo através do Diverso, num contínuo e eterno BIG BANG – BIG CRUNCH. O mesmo se passará com os incontáveis (n) Universos que existirão por esse Espaço Infinito… Se é que existem!

Mas não há dúvida de que considerar o ESPAÇO infinito e, nele, milhares de milhões de universos, torna mais fácil a compreensão deste Universo a que pertencemos, a sua origem e o antes da sua origem, bem como o seu fim.

(3) Esta “nossa” Bíblia considera-se um livro nunca acabado, sempre possível de acrescentos e aperfeiçoamentos conforme os tempos e as raças, a região da Terra onde apareça. Também um desafio a todos os Homens inteligentes que queiram deixar um mundo melhor com a sua passagem nele, no seu tempo, no seu lugar, podendo dizer no termo dos seus dias, a frase já acima referida: “Valeu a pena eu ter vindo à VIDA! Eu vali a pena!”

 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Uma nova Religião baseada na Ciência e no Conhecimento - 19/20

 OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO

UM VOTO FINAL

    Que a nova religião não desiluda o Homem pensante, chamando-o à Verdade! Que não corte ao espírito a fantasia e a capacidade de sonhar! Mas que lhe permita encontrar o equilíbrio entre o sonho e a realidade, entre a Fé e a Razão, entre a fantasia e a racionalidade, entre o pensar e o sentir e o emocionar-se, tendo a melhor vida possível no corpo e na alma, não podendo de forma alguma alimentar a ignorância que é sempre escura e triste face à Luz da Verdade! Pese-nos embora na alma ou na consciência emocional – repetimos – toda a pena do mundo de não podermos ser eternos e termos forçosamente de nos perder no TEMPO...

    Ah, seria tão interessante que, depois da nossa passagem pelo Tempo, nos “perdêssemos” na Eternidade, numa qualquer forma de anti-matéria, numa qualquer dimensão, sem perdermos a nossa individualidade!

AMEN!

E… VIVA O SORRISO! E… VIVA O HOMEM INTELIGENTE!

          E… VIVA A VIDA ENQUANTO HÁ VIDA E ENQUANTO PARA CADA UM DE NÓS HÁ DIAS QUE SE COMEÇAM E SE ACABAM, PODENDO AINDA ABRIR OS OLHOS E DESLUMBRAR-NOS MAIS UMA VEZ, E OUTRA E OUTRA, COM TANTA BELEZA QUE NOS RODEIA, DO ÁTOMO AO UNIVERSO!

E FAÇAMOS A NÓS PRÓPRIOS O FAVOR DE SER FELIZES!...

sábado, 23 de maio de 2026

Uma nova Religião baseada na Ciência e no Conhecimento - 18/?

 OS ADOARADORES DO DEUS VERDADEIRO

Epílogo - 2/2

Só com esta Religião se harmonizarão finalmente a Fé e a Razão, oferecendo-se ao Homem, esse “animal religioso” na sua complexidade psico-física, toda a satisfação das suas componentes espiritual e emocional, numa base de credibilidade oferecida pela Ciência para a qual o espírito se processa misteriosamente no cérebro que é apenas matéria, num conjunto de muitos milhares de milhões de neurónios.

   É que foi harmonia perdida ou adulterada pelas religiões, que não seguiram a máxima desse inexcedível Jesus a quem chamaram de Cristo: “Só a Verdade vos libertará!” Aliás, de tão ilustre espécimen humano, deveríamos deitar fora tudo quanto lhe atribuíram e tudo o que foi fruto da sua prodigiosa imaginação e fantasia o Céu com o Deus-Pai, anjos e santos, o Inferno com o Diabo e seus demónios, a vida eterna para apenas retermos a colossal mensagem de fraternidade universal do “Amai-vos uns aos outros!” E quando os seguidores e mentores das outras fés, religiões, crenças, afirmando para si e seus fiéis: “Esta é a nossa fé! Ninguém encontrará melhor!”, apregoando uma falácia em que gostosamente se deixam navegar, quiserem abrir os olhos e a mente para fora do seu reduto de fé, verão que esse “melhor”, está na única Verdade possível, a soberana Verdade já acima várias vezes repetida: “Somos filhos da Terra e do Universo, forçosamente integrados num panteísmo universal em que tudo é, todos somos partículas de Deus, fazendo parte da evolução imparável em que tudo se move, no Espaço e no Tempo. Mas partículas minúsculas: se a nossa galáxia Via Láctea, com os seus 100 mil milhões de estrelas, é pequeno astro no Universo, quem sou eu para me julgar alguém?...

    Alimentaremos o nosso espírito com a harmonia do Belo das formas, das artes, das paisagens que os nossos olhos possam alcançar, das melodias percebidas pelos ouvidos, do infinito e eterno que intelectualmente atingimos, deixando que a nossa fantasia crie mundos inexistentes embora não os aceitando como verdadeiros, apenas puro divertimento, bradando, olhos no céu: “Ah, quem pudera conhecer o que as estrelas nos escondem! Que mundos, que seres, que…Vida!” Será nesses mundos que mais se sente, mais se saboreia Deus, o Deus verdadeiro, o único possível que, definindo-O nós, deixa de o ser, por impossível ontologicamente! Um ser sem o ser porque é TUDO!

    E nisto, já o dissemos, reside a inverdade de todas as religiões. Sobretudo a de Jesus Cristo. É bonito ouvi-lo falar de um Deus-Pai! Bonita aquela vida eterna, bonitos aqueles anjos, maravilhoso o seu Paraíso. Mas qualquer um, se quisesse fantasiar, poderia inventar o mesmo. E, apesar dos seus apregoados milagres, apesar de se dizer ou de o dizerem filho de Deus, Cristo, melhor, o judeu de nome Jesus, apenas teve a capacidade imaginativa para afirmar aquilo que certamente gostaria que fosse verdade mas… não o é! Pois, como quererá o Homem ter o impossível: começar um dia no Tempo e perpetuar-se por toda a eternidade? Como? Só um espírito emocionalmente perturbado poderia criar, acreditar e fazer acreditar em tal fantasia!

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Uma nova Religião baseada na Ciência e no Conhecimento - 17/?

 OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO

                                                                   EPÍLOGO - 1/2

    Apesar de o Homem ser Razão e Emoção, sendo esta, em muitas situações pontuais e particulares, que comanda, queira-se ou não, a sua vida, a Religião aqui proposta, mais de índole racional que emocional, será a única possível com o Deus verdadeiro, infinito e eterno, e o Homem interligando-se com Ele, gozando em plenitude a vida, não sozinho mas com os seus irmãos, os outros Homens, numa fraternidade universal, tendo como filosofia o hedonismo, o optimismo, a componente positiva que existe em todas as coisas e acontecimentos, mesmo os mais trágicos, cultivando o sorriso ou a forte gargalhada para afastar medos que nos roubam o gostinho de viver e tantos outros gostinhos que preenchem o nosso dia-a-dia, enquanto há vida, vendo ainda como prazer o partir para a integração universal onde faremos parte em átomos e moléculas de outros seres que terão não os nossos genes que esses, com a morte, se perderam, mas outros, quem sabe, melhores e que menos problematizarão a vida própria e a de todos os que tiverem o destino de se cruzarem com eles.

    Uma religião, com toda a certeza, de inspiração “divina”! Analisando criticamente as Bíblias das religiões actuais, não se descortina nelas qualquer inspiração que se possa dizer de divina ou Deus ficaria muito mal visto com o que inventam e apregoam acerca dele!

    Enfim, e repetindo-nos, será uma Boa Nova pregada por novas Igrejas, com ritos novos que substituam, com Verdade, cerimónias tradicionais de baptismos, crismas, confissões, comunhões, matrimónios, funerais, elegendo, primeiro, a EUTANÁSIA como forma de serenamente acabar a vida de alguém que já não seja pessoa mas apenas vegetal alimentado por máquinas, ali gastando inutilmente recursos preciosos da sociedade onde se integrou..., depois, a CREMAÇÃO como a melhor forma da nossa reintegração no Universo! Cada um no seu espaço, cada um no seu tempo. Todos convidados a terem vida e vida em abundância porque iluminada pela Luz da VERDADE!

    Só assim se harmonizará finalmente a Fé e a Razão oferecendo-se ao Homem, esse “animal religioso” na sua complexidade psico-física, toda a satisfação das suas componentes espiritual e emocional, numa base de credibilidade oferecida pela Ciência para a qual o espírito se processa misteriosamente no cérebro que é apenas matéria, num conjunto de muitos milhares de milhões de neurónios.

   É que foi harmonia perdida ou adulterada pelas religiões, que não seguiram a máxima desse inexcedível Jesus a quem chamaram de Cristo: “Só a Verdade vos libertará!”