quarta-feira, 17 de junho de 2026

O valor da Vida

 Alguém pode dispor da vida seja de quem for, 

seja a que pretexto for?

A resposta é um grande, um enorme NÃO!

Cada indivíduo nasce para fazer um ciclo: NASCER, VIVER E MORRER. Mas o próprio indivíduo, pela sua parte má (egoísmo, inveja, ambição desmedida, ganância,...) que o constitui e que muitas vezes se torna relevante no seu comportamento, leva-o a intentar contra a vida do seu próximo. E, se isto é certo individualmente, também o é, em termos de sociedades ou de países: um país querer aniquilar o outro para lhe usurpar bens e vida. Para tanto, são precisas guerras. Então, matam-se mutuamente até um sair vencedor, depois de muitas vidas perdidas de ambos os lados. Aliás, esta é a História da Humanidade, desde que há História!

Deste modo, é totalmente descabido, por desumano e por ser um atentado contra a vida, o slogan dito patriótico: "Pela Pátria, lutar até morrer!"

Nós, por aqui, bem quiséramos, após a análise crítica da Bíblia que levámos a cabo em cerca de 400 textos, encetar uma análise crítica do Corão muçulmano, para dele tirarmos alguma verdade que por lá houvesse. Mas não o vamos fazer. Exactamente porque, se o fizéssemos, seríamos ameaçados de morte pelos que não concordassem com uma argumentação racional e lógica mas que iria certamente contra as crenças que os gurus e imans muçulmanos pregam nas suas mesquitas e incutem nas mentes dos meninos, nas suas escolas, tal como nos fizeram em crianças, a nós cristãos, nas aulas de catequese.

Como prezamos a vida como bem supremo, não nos vamos sujeitar a tal ameaça! E isto não é cobardia, é sensatez da mais elementar! Pois, que pode fazer um morto se, ao primeiro argumento, leva um tiro?!...

Por isso, e como já lá vão uns 15 anos que por aqui andamos lutando por uma Nova Religião, apresentada em concreto nos últimos 20 textos, pensamos voltar ao início da Bíblia e olhar para o que poderá haver de verdade naquele Adão e Eva que Deus criou e pôs no Paraíso, para, depois, por causa de uma maçã - que ridículo, Santo Deus de todos os deuses! - os expulsar, obrigando ele a comer o pão com o suor do seu rosto e ela a gerar na dor e na agonia, nem sequer fazendo referência a que "Quem faz um filho, fá-lo por gosto!", embora tal slogan nem sempre se aplique no mundo perverso em que vivemos. Quantas mulheres não são obrigadas a engravidar por homens bêbados, machistas ou simplesmente maus?

E será já no próximo texto. Preparem-se para voltar às origens, certamente com novas roupagens, novas abordagens, embora convictos de que vamos continuar a pregar no deserto. Se vivêssemos daqui a cem ou mil anos, teríamos certamente mais sucesso, pois o mundo das falsas crenças será, de certeza, completamente diferente. 

Oxalá!

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