domingo, 3 de maio de 2026

O Pai de Jesus Cristo, um pai assassino do próprio filho?

 Uma pergunta herege mas óbvia!

Quando se vai à missa e se ouve o Credo que os crentes recitam, esta pergunta fica a azucrinar-nos a cabeça. É que vem-nos à memória aquelas angustiantes palavras de Jesus no Jardim das Oliveiras, repetidas três vezes, suando ele sangue, antevendo o que lhe iria acontecer: "Pai, afasta de mim este cálice, mas faça-se a tua vontade e não a minha!"

E o que é que aconteceu? Que resposta deu o Pai? - Silêncio! Permitiu - QUIS! - que o seu amado filho fosse torturado física e psicologicamente, obrigando-o a suportar uma coroa de espinhos, a ser condenado à morte e morte de cruz, a ter de carregar a própria cruz em que ia ser crucificado, subindo o monte, caindo três vezes.

É isto que os evangelhos narram. Não estamos a inventar nada!

Ora, sendo Deus o Pai de Jesus, tendo fecundado Maria Virgem através do seu Espírito Santo, para que dela nascesse o Salvador, obviamente que deveria ter salvado o filho daquela trágica situação, acusado e condenado injustamente só por motivos político-religiosos.

Estes não são argumentos suficientes para justificar aquela pergunta inicial? Não tinha Deus, na sua sabedoria infinita, melhor ideia do que esta estranha, bizarra, dramática, injusta, desumana, pela qual optou?

Parece-nos que os crentes e os seus mentores padres, bispos e papas deveriam pensar nisto e enveredar pelo caminho da honestidade intelectual que é própria e exclusiva do Homem...

E terem a coragem de retirar as óbvias conclusões, embora todos saibamos que a Fé não se discute. Quem a discutir, perde-a!

Agora, se nos perguntarem o que temos para oferecer em alternativa á Fé, a nossa resposta é... NADA! Apenas racionalismo puro e duro: Somos 

FILHOS DA TERRA E DO UNIVERSO, FEITOS DA MATÉRIA ESTELAR, VINDOS DO NADA E INDO PARA O NADA, INTEGRADOS QUE ESTAMOS NA SAGA DA VIDA QUE É ESCRAVA DO TEMPO, NADA DE ETERNIDADE HAVENDO PARA QUALQUER SER VIVO SIMPLESMENTE PORQUE PERTENCE AO TEMPO!


Sem comentários:

Enviar um comentário