OS ADORADORES DO DEUS VERDADEIRO
A BÍBLIA DESTA RELIGIÃO
III
Celebrações
de Deus e a Deus
–
Celebrá-LO em pequenas ou grandes assembleias que encham igrejas, mesquitas,
sinagogas, todos os templos do mundo, mesmo as novas catedrais que são os
estádios ou os grandes recintos de espectáculos. Pelo menos, aos domingos!
–
Celebrá-LO como o DEUS realmente existente, o Deus que é átomo e é estrela, é
Homem e é Universo, é o conhecido e o desconhecido, é o animado e o inanimado,
é TUDO O EXISTENTE, nada fora d’Ele existindo porque, se não, deixaria de ser o
TUDO que Ele é...
–
Celebrá-LO nas suas manifestações, na nossa querida Mãe-Terra, como o frio, o
calor, a chuva, o Sol, todas as forças da Natureza que condicionam o quotidiano
do ser humano, sem, no entanto, divinizar nenhuma delas, nem tão pouco o Sol
como fez o Homem desde a mais remota antiguidade, criando os deuses solares,
neles o Jesus Cristo se integrando, renascendo em cada solstício de Inverno,
apelando à vida em Páscoas floridas...
– Celebrá-LO na maior de todas as
manifestações divinas: o AMOR, em festas à mãe, ao pai, ao irmão, ao noivo, à
noiva, a todos os vivos (pois frutos de um acto de AMOR), desejando que todos
tenham uma longa e bela vida e que aceitem sem frustrações a sua integração
universal quando a vida forçosamente se lhes acabar, porque pertencendo ao
TEMPO.
E
isto sem nada destruir de antigos templos, sinagogas, mesquitas, igrejas ou
catedrais..., sem nada perder das muitas bonitas tradições de cerimónias, ritos
e comemorações que entusiasmaram e entusiasmam multidões alienadas, embriagadas
pela fé, como em festas e romarias actuais ou peregrinações a santuários onde
supostamente apareceram entes divinos, sejam santos ou virgens ou anjos
celestiais…, festas que encheram de magia a nossa querida infância!
Para tanto, criar-se-ão novas cerimónias,
imitando ou adaptando as antigas, não perdendo delas a magia, o encanto e o
mistério, continuando a alimentar a fantasia não só das crianças mas também dos
jovens, adultos e velhos, tais como a sagração da Primavera, do Verão, do
Outono, do Inverno, das estrelas, do firmamento,… numa infinidade de ritos
fantásticos, privilegiando-se o de comer o pão e beber o vinho em honra do
“Deus-Sol”, Sol que parece ressuscitar, todos os anos, do escuro Inverno,
desabrochando em vida na exuberante Primavera!
Mas nada, absolutamente nada tendo a ver
com o deus ou os deuses que os Homens inventaram à sua imagem e semelhança!
E os velhos espaços de encontro não mais
serão tristes ou escuros, sombrios e tétricos, mas inundados com abundância de
luz e de som, trombetas de alegria iniciando as cerimónias!
Esta Bíblia encontra-se num Ensaio sobre as Religiões que tentarei publicar "urbi et orbi" (por toda a parte) e que começa com um Preâmbulo, seguindo-se vários comentários até ao final, apresentando defesa e problemas que esta Religião coloca aos crentes em outras religiões. Talvez algo desses comentários seja aqui publicado, após encerrar a publicação da Bíblia.
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